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Dicas de Comportamento
Por Teresa Artola Gonzalez
A falta de obediência é um problema que se apresenta com frequência na infância e tende a desaparecer com a idade. Nacriança pequena, a desobediência é, frequentemente, uma forma de colocar à prova a autoridade dos seus pais. Uma das primeiras palavras que a bebê aprende é "não".
Para autoafirmar-se.Entre os 3 e os 5, a criança entra no período sensitivo da obediência. É o momento de ensinar seu filho a obedecer. Deve ensinar-lhe a fazê-lo de forma inteligente e com liberdade, não por medo de um castigo. Por volta dos 5 ou 6 anos, tanto nos meninos como nas meninas, costumam aparecer uma segunda fase de rebeldia. Isso se deve em grande parte a que nesta idade nasce seu espírito crítico. Este espírito crítico alcança os pais, a criança começa a ver seus pais com olhos críticos e a analisar suas falhas e defeitos. Os pais caem do pedestal e a criança começa a questionar sua autoridade.Portanto, ainda que as condutas desobedientes sejam habituais na infância, há alguns casos em que poderíamos considerar que excedem os limites da normalidade, tanto por sua excessiva freqüência como pela agressividade das condutas exibidas.Neste sentido, algumas crianças padecem o que se conhece no âmbito da psicologia como “transtornos de oposição desafiante”. Este transtorno costuma começa em torno dos 6 anos; é mais freqüente nos meninos que nas meninas dentro do lar ou fora dele.Poderíamos suspeitar da presença deste transtorno quando a criança:
Se seu filho apresenta com freqüência mais de quatro das condutas que descrevemos e comportar-se deste modo durante mais de seis meses, convém que recorra a um especialista que lhe ajude a superar este problema. Atenciosamente, Profª. Vera L. G. CostaAtitudes positivas que vão ajudar seu filho a dormir sozinho. Nunca mande seu filho para a cama como castigo. Se fizer isso, você reforçará a relação cama-problema em vez da relação cama-sono. Além disso, fica a idéia de que a cama é o lugar para onde ele deve ir sozinho, sem você. Se for necessário, faça o contrario, deite-se com ele e, se perceber que está inquieto, tente acalmá-lo. Abrace-o, beije-o, segure sua mão. O sentido do tato é essencial na luta contra os medos noturnos.Ajude seu filho, sobretudo, a entender o que está acontecendo. A criança deve compreender duas coisas: que você sabe o quanto é difícil aprender a dormir sozinho e que esse aprendizado vale a pena, pois assim todos serão mais felizes. Explique isso usando a linguagem dele. Lembre-se de que, se a criança diz sentir medo, não está fazendo drama nem fingindo: tem realmente dificuldade de dormir. É verdade que, se você deixar de reforçar um comportamento de seu filho, ele vai cessar. Mas isso não quer dizer que, em princípio, o comportamento não seja espontâneo.Estabeleça rituais na hora de dormir. Nessa fase, o universo mágico ainda faz parte do psiquismo da criança. A realidade desconhecida se mistura com a realidade interior, cheia de gênios e fadas que têm poderes para conduzir os seres humanos. Os rituais devolvem a sensação de controle: um banho antes de dormir, alguns mantras (frases ou sons que se repetem todos os dias na mesma hora) sussurrados ao ouvido ou um boa-noite dado ao bichinho de estimação têm poderes tranquilizadores. Lembre-se de que o medo de dormir é diferente do medo do escuro. A luz acesa e a porta meio aberta não serão suficientes para acabar com o medo da criança. Seu filho precisa de segurança durante o sono. A princípio, fique junto dele para que se sinta protegido, mas não se aproxime demais. Explique que ele terá de enfrentar sozinho esse medo se quiser superá-lo.Quando seu filho sentir sono, leve-o para a cama. Ao observar os primeiros sintomas de sono (bocejo, piscar de olhos freqüentes ou aspectos cansado), acompanhe-o até a cama. Ele tentará adiar a hora de se deitar, mas essa tática só vai realimentar o problema porque acabará por perder o sono mesmo na cama, e isso causará insônia. A regularidade é muito importante para tornar o sono um hábito saudável: ajude seu filho a relacionar o fato de estar na cama com o sono. Determine uma regra (quantas vezes por semana ele poderá sair dessa rotina?) e respeite-a. Atenciosamente, Profª. Vera L. G. Costa |
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